Modalidade do Mar no Brasil
Em 17 de abril de
1910 o Encouraçado
Minas Gerais chegou ao
Brasil trazido pela
Marinha
de Guerra, juntamente com a nova Frota construida na Inglaterra. Os
primeiros manuais, uniformes e escoteiros brasileiros, filhos de alguns
de sub-oficiais e oficiais que estavam a serviço na
Inglaterra,
os quais fizeram parte do início do Movimento Escoteiro naquele país,
também chegaram com a Frota. O Oficial Amélio de Azevedo Marques teve
seu filho, Aurélio Azevedo Marques, o primeiro Boy Scout brasileiro, que
fez promessa na Inglaterra, e junto com os demais marinheiros é
considerado o introdutor do Escotismo no Brasil. Alguns dos marinheiros
que vieram na Frota Naval, logo que chegaram ao
Rio de Janeiro fundaram em 14 de junho o Centro de Boys Scouts do Brazil, no bairro do Catumbi, próximo do
sambódromo,
na Rua do Chichorro número 13. (existe na fachada da casa uma placa
alusiva à fundação deste grupo, hoje extinto, colocada pelo CCME).
A Missão
José Bonifácio, em
1919,
foi realizada pela costa brasileira sob o comando de Frederico Villar,
com a missão de organizar as colonias de pesca. Em Belém, no
Pará, foram convidados pelo então tenente
Benjamin Sodré,
que servia naquele local, a assistir a cerimônia de Promessa dos
primeiros escoteiros daquele estado, chefiados por ele. Os oficiais da
Missão José Bonifácio ficaram tão empolgados com o que viram que
resolveram levar aqueles escoteiros para visitar o navio Cruzador da
Missão. Foram colocadas na água para uso destes escoteiros as pequenas e
médias embarcações daquele navio. Como aqueles meninos e rapazes eram
moradores de regiões ribeirinhas e praianas, tiveram a facilidade para
usar aquelas embarcações e se divertir, e foi dessa visão que o Tenente
Benjamin Sodré, os Comandantes Frederico Villar e Gumercindo Loretti e
demais tiveram a idéia de constituir no Brasil um escotismo próprio para
o Mar. Na viagem de retorno da Missão, voltaram estimulando a abertura
de Grupos Escoteiros do Mar.
A tropa Tiradentes da 4º Escola Masculina do 3º Distrito Escolar,
fundada pelo Comandante Amphiloquio Reis e chefiada pelo Ch. Gelmirez de
Mello desde 1915, um sargento aviador da marinha, foi convertida em 1º
de agosto de 1921 para Grupo de Escoteiros do Mar, recebendo o número
10. Finalmente em
7 de Setembro de
1921
foi fundada a Confederação Brasileira de Escoteiros do Mar sendo
oficialmente os primeiros Grupos Escoteiros do Mar organizados o Santos,
o Jequiá , o 10º Grupo e o
Cabo Frio.
Esta fundação aconteceu em um acampamento realizado no Saco de São Francisco, enseada de
Jurujuba, um dos recantos da
Baía de Guanabara,
no litoral fluminense, onde existe uma pedra com uma placa que lembra
esta data. Destacam-se como pioneiros desta jornada o então Tenente
Benjamin Sodré (o Velho Lobo), o Tenente-Aviador Gelmirez de Mello (o
Polvo Marinho), Comandante Frederico Villar, Comandante Gumercindo
Loretti, Professor Gabriel Skinner e o Almirante Raja Gabaglia.
Logo, àqueles primeiros grupos vieram se juntar a Confederação do
Mar, os grupos Jurujuba, Copacabana, São João da Barra, Caju, Saquarema,
Pará, Maranhão, Paquetá, Euclides da Cunha, Marcílio Dias e outros
mais, sendo que os últimos já não tinham as características
determinantes de Grupos de Colônias de Pescadores que marcaram a maioria
dos Grupos organizados inicialmente.
Em
1924,
a Confederação Brasileira de Escoteiros do Mar, que se preocupava em
unir as diferentes formas de praticar o Escotismo no Brasil, juntamente
com os Escoteiros Católicos e Fluminenses fundaram a
União dos Escoteiros do Brasil no Clube Naval, sua primeira sede. Com essa primeira unificação as Confederações passaram a se chamar Federações.
Para suprir o problema da falta de embarcações, valiam-se os Grupos
de embarcações alugadas, particulares emprestadas e doadas pela Marinha.
Não tardou muito para a simpatia do povo ir ao encontro dos rapazes e o
primeiro navio apareceu — Escoteiro do Mar,
escaler a quatro
remos
e velas, oferecido pela população da Ilha de Paquetá. Um outro navio
foi comprado para o 10º Grupo, seria o Loretti vinculado aos Escoteiros
do Mar da Guanabara e ainda existente hoje. Pouco tempo decorria da sua
organização, teve a Federação do Mar a atenção e o auxílio oficial da
Marinha de Guerra, trazendo vantagens e facilidades para o Escotismo do Mar de todos os tipos.
Assim, o Aviso número 3.811 de
28 de março de
1923
do Ministro da Marinha, criou o primeiro Regulamento dos Escoteiros do
Mar, que deveria ser seguido por todos. Recursos materiais e apoio moral
foram fatores de acentuado e seguro desenvolvimento propiciado ao
Movimento que se iniciava. A Marinha de Guerra trouxe o Escotismo ao
Brasil em 1910 e na década de
1920
garantia o desenvolvimento do Escotismo do Mar. Embarcações,
instalações, pessoal para instrução foram cedidos ou facilitados aos
Escoteiros do Mar, não só na então Capital Federal, como nos estados.
Após o Loretti veio o Parnaíba, o Celine, a Pérola e assim foi crescendo
a flotilha que, em
1933
já formavam cerca de duas dezenas de Navios distribuídos pelos diversos
estados da União dos Escoteiros do Brasil, constituindo o seu
Departamento de Mar.
Foi realizado na Fortaleza de São João, no bairro da Urca, Rio de Janeiro, o primeiro Ajuri dos Escoteiros do Mar.
Em
1929,
uma patrulha de Escoteiros do Mar é enviada à Inglaterra a fim de tomar
parte no Jamboree da Maioridade. É esta a primeira participação dos
Escoteiros do Mar do Brasil em atividades internacionais. Em
1934,
possuía uma sede instalada em um dos pavilhões da Lavanderia do Loide
Brasileiro, junto às docas do Mercado Velho, onde se ergue hoje o
Edifício da Caça e Pesca, na praça XV de Novembro, no
Rio de Janeiro.
Em
1935,
concretizando uma idéia de Bonifácio Borba é formado o primeiro Círculo
de Pioneiros (CIPI), primeira contribuição para o desenvolvimento do
pioneirismo no Brasil, tendo em vista que os Pioneiros, ou "Rovers",
quase não existiam no Brasil, e quando existiam, era de forma
desordenada, aleatória e isolada. Bonifácio, que era Comissário
Internacional da União Escoteira Brasileira, teve contatos diretos com
Baden-Powell
e trouxe, dentre vários, materiais específicos para o Ramo Pioneiro,
como o folheto sobre Pioneiros do Dr. Griffin que falava das virtudes e
da távola pioneira e da mística pioneira também tratada por Baden-Powell
no
Escotismo para Rapazes.
Logo este folheto foi traduzido pela equipe Almirante Barroso do Clã
Tiradentes do 10º Grupo, o primeiro Clã a ser formado no Brasil. Em
março de 1935, é impresso o primeiro número da revista "O Escoteiro do
Mar", revista essa que impulsionaria o crescimento da Federação do Mar e
que trazia grande diversidade de assuntos e matérias destinando-se a
transmitir técnica marinheira, ensinamentos doutrinários, as músicas, e
todo o tipo de cultura mundial através de textos traduzidos de várias
culturas. Neste mesmo ano foram criadas as Comissões Regionais do Mar
nos estados, subordinadas ao órgão Nacional da Federação do Mar.
De 1921 a
1936,
passados 15 anos, muitas vocações foram descobertas, tendo neste
período cerca de 6.500 rapazes entre 11 e 18 anos que futuramente seriam
encontrados exercendo cargos e postos na Marinha de Guerra, na
Marinha Mercante
e em organizações esportivas veleiras do País. Os bens reunidos pelos
Escoteiros do Mar, reuniam já uma flotilha nacional formada por cerca de
40 embarcações, material de campo e de adestramento.
Em 1937,
a Marinha de Guerra entregou aos Escoteiros do Mar o usufruto da Ilha
da Boa Viagem. Nesta ilha que se encontra à entrada da Baía de Guanabara
foi construída uma casa o "Castelo da Boa Viagem", que seria um posto
de guarda fundamental para a proteção da Baía de Guanabara, existindo a
condição de que quando for necessário o uso da ilha pela Marinha, esta
passa a guarda da mesma, retornado logo após o uso, aos Escoteiros do
Mar. Nesta ilha fica sediado o 4° Grupo Escoteiros do Mar Gaviões do
Mar, que guarda suas chaves.
Em 1938,
adquiriam os Escoteiros do Mar a sua primeira Base Naval própria
localizada no Porto de Maria Angu, em Olaria, subúrbio do Rio de Janeiro
onde foi construído estaleiro e oficina de construção e reparo naval,
por muitos anos até quando foi construída a Avenida Brasil e esta base
perdeu a saída para o mar, sendo sua posse passada para a exploração
pela região Escoteira do Rio de Janeiro com o fim de reverter fundos
para a manutenção das embarcações dos Grupos do Mar. Em 7 de junho de 1957
foi adquirida a Base Oeste na Ilha do Governador, Rio de Janeiro a qual
existe até hoje e é a sede do 71º Grupo Escoteiro do Mar Almirante
Waldemar Mota.
Em Setembro de 1941, existiam Grupos do Mar em 16 Unidades da República: Amapá, Pará, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul
e Minas Gerais. A Sede Nacional era no quarto pavimento do Edifício da
Caça e Pesca, na então Capital Federal, em sede expressamente mandada
construir pelo então Ministro da Agricultura Fernando da Costa, em
reconhecimento ao papel que o Escotismo representava na formação da
nacionalidade e no preparo da juventude para as tarefas do porvir. O
efetivo era de 3.000 homens, a frota nacional atingira o total de 73
embarcações; um Campo-Escola funcionando na Ilha da Boa Viagem, na Baía
de Guanabara; uma Base Naval instalando-se no Porto de Maria Angu no Rio
de Janeiro; 32 fundeadouros localizados em 14 Estados; uma Revista já
no seu quinto ano de existência; uma seção de impressos escoteiros com
uma coleção de 150 modelos; uma Escola Nacional de Chefes no 14º Curso; 7
Escolas regionais de Chefes em 7 Comissões Regionais. Em
1950,
se desfaz a Federação Brasileira de Escoteiros do Mar, sendo anexada
como Modalidade na União dos Escoteiros do Brasil, porém sua estrutura
continuou funcionando até finais dos anos 60.
Em 1950, se desfaz a Federação Brasileira de Escoteiros do Mar, sendo
denominada como Modalidade na UEB, porém sua estrutura continuou
funcionando até finais dos anos 60, quando passou a ser uma componente
da UEB, a Coordenação Nacional de Escoteiros do Mar.
Na década de 80, volta a ser impresso "O Escoteiro do Mar",
publicação Oficial do Escotismo do Mar brasileiro na UEB, dando
seqüência a revista antiga que parou a circulação em 1943. Em 1986 62
Grupos Escoteiros do Mar foram registrados junto a UEB, contendo
representações em Alagoas (1), Amapá (1), Amazonas (2), Bahia (4), Ceará
(2), Distrito Federal - Brasília- (1), Espírito Santo (1), Mato Grosso
(1), Pará (6), Paraíba (4), Paraná (2), Pernambuco (3), Piauí (1), Rio
Grande do Norte (2), Rio Grande do Sul (6), Santa Catarina (4), São
Paulo (4), Sergipe (2) e Rio de Janeiro (14). A Coordenação Nacional de
Escoteiros do Mar contava com 10 membros em sua equipe.
Em 1981 o Comandante de Marinha Lizé Costa, então CONAMAR
(Coordenador Nacional dos Escoteiros do Mar), organizou uma nova
numeração para o Ajuri dos Escoteiros do Mar, desta vez abrangendo todo o
Brasil e não apenas da Guanabara, como havia sido até aquele momento.
O 'I Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' aconteceu em 1981 no
Batalhão de Serviços do Centro de Instrução do Corpo de Fuzileiros
Navais, Ilha do Governador, Rio de Janeiro (RJ) com cerca de 300
participantes. O 'II Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' ocorreu de 23
de janeiro a 1º de fevereiro de 1986 no Colégio Naval de Angra dos Reis
(RJ)com cerca de 532 participantes tendo 12 estados representados
recebendo O Ministro da Marinha, Almirante Henrique Sabóia em revista
dos Escoteiros do Mar. O 'III Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar'
aconteceu de 15 a 21 de julho de 1989 no Centro de Instrução e
Adestramento do Corpo de Fuzileiros Navais, Ilha do Governador, Rio de
Janeiro (RJ) com 300 participantes e 8 estados representados.
Com a finalidade de dotar os Grupos Escoteiros do Mar de todo o
Brasil com embarcações adequadas às práticas marinheiras e despertar o
gosto pelas coisas do mar, foi entregue em 4 de setembro de 1987 ao
Ministro da Marinha o original do Projeto Rumo ao Mar. Ao longo de 10
anos diversas embarcações já haviam sido entregues a Grupos Escoteiros
do Mar em diferentes Regiões Escoteiras do Brasil.
O 'IV Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' aconteceu em 1991 na Base
Naval do Rio de Janeiro, Ilha Mocanguê, Niterói (RJ) 550 participantes
instalados a bordo do NDD Ceará e NDD Rio de Janeiro quando comemorou os
70 anos de fundação da Federação Brasileira de Escoteiros do Mar
(FBEM). O 'V Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' ocorreu de 15 a 19 de
janeiro de 1994 na Ilha do Pavão, Grêmio Náutico União, Porto Alegre
(RS) tendo 400 participantes de 8 estados representados. O 'VI Ajuri
Nacional dos Escoteiros do Mar' ocorreu de 3 a 7 de janeiro de 1996 na
Escola Naval (RJ) com 390 participantes. O 'VII Ajuri Nacional dos
Escoteiros do Mar' aconteceu em Julho de 1998 em Santos (SP)tendo a
participação de 200 participantes de 9 estados representados.
O 'VIII Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' aconteceu de 4 a 8 de
janeiro de 2000 na Escola de Aprendizes de Marinheiros de Santa
Catarina, Florianópolis (SC) com 250 participantes de 8 estados
representados. O 'IX Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' ocorreu em
Janeiro de 2002 na Base Naval de Aratu, Salvador (BA) com 113
participantes de 8 estados representados.
No ano de 2002 através do CONAMAR Carlos Borba a Marinha lança na
NORMAN-03 o reconhecimento aos Escoteiros do Mar e sua história na
formação marinheira. É reconhecida a prova teórica dos Cursos de Chefes
Escoteiros do Mar como válida para a habilitação de Arrais e Veleiro
Amador.
Em 2008, o Projeto Rumo ao Mar é transformado em Instituto Rumo ao
Mar (RUMAR) com uma bela Assembléia de Fundação realizada no auditório
do Museu Naval no centro do Rio de Janeiro. Também em 2008, dois
pioneiros do 8ºGEMAR Almirante Adalberto Nunes, do Distrito Federal,
foram os primeiros a representar o Brasil na Copa Internacional de
Escoteiros do Mar "William I. Koch International Sea Scout Cup",
realizada na Academia Naval dos Estados Unidos, Robert Crown Sailing
Center (USNA), em Annapolis, estado de Maryland.
No mesmo ano é reeditado o Grande Jogo Naval com a proposta de ser
realizado nacionalmente, nas regiões escoteiras sob um mesmo tema. As
regiões do Pará e do Rio de Janeiro foram as primeiras a realizar o novo
estilo do Grande Jogo Naval que teve como tema os "200 anos da vinda da
família real portuguesa e a corte para o Brasil - "O desembarque da
família real". Em 2009 o tema foi "um cruzeiro em família".
Visando as comemorações do Centenário do Escotismo do Mar nos anos de
2009 e 2010 os Chefes de Mar Andre Torricelli F. da Rosa e Andrea Leon
Pinheiro do 123ºGEMAR Almirante Saldanha (RJ) realizaram a tradução para
a língua portuguesa do livro "Escotismo do Mar para Rapazes" escrito
por Robert B-P em 1910 e também de diversos artigos comemorativos da
Inglaterra. Em abril de 2009 na reunião de Chefes do Mar na Assembléia
Nacional da UEB em Bento Gonçalves (RS) houve o lançamento do WebSite
www.escoteirodomar.org veículo oficial de informação para os Escoteiros
do Mar do Brasil.
Em agosto de 2009 de acordo com o "Documento Base para as
Comemorações do Centenário" as regiões do Rio de Janeiro, Rio Grande do
Sul, Santa Catarina, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Norte, Paraíba e
Pará realizaram grandiosas solenidades em comemoração pela abertura do
ano do Centenário Mundial do Escotismo do Mar, que tiveram o relatório
traduzido para italiano, espanhol e francês, sendo divulgadas para todo o
mundo. Em 17 de abril de 2010, diversos Escoteiros do Mar homenageiam a
Marinha do Brasil por ter trazido o movimento escoteiro, com o
Lançamento de Flores ao Mar.
O 'X Ajuri Nacional dos Escoteiros do Mar' aconteceu de 27 de julho a
1º de agosto de 2010 comemorando o Centenário Mundial de fundação do
Escotismo do Mar (1909), sua consolidação além do Centenário da chegada
do Encouraçado Minas Gerais, em 1910, trazendo o escotismo para o
Brasil. No X Ajuri, os cerca de 210 Escoteiros do Mar do Rio Grande do
Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Rio
Grande do Norte, Pará e Amazonas estiveram alojados a bordo do NDCC
Garcia D'ávila na Ilha Mocanguê, Esquadra Naval. A atividade teve pontos
marcantes com o Grande Jogo de Técnicas Marinheiras realizada na Ilha
da Boa Viagem em Niterói, a visita ao Museu dos Fuzileiros Navais e o
Espaço Cultural da Marinha além do dia de competições na Escola Naval.
Saindo do meio do X Ajuri os pioneiros Robson dos Santos e Jackeline
Miranda do 10ºGrupo de Escoteiros do Mar (RJ) representaram o Brasil na
Copa Internacional de Escoteiros do Mar "William I. Koch International
Sea Scout Cup", realizada na Academia Naval dos Estados Unidos, Robert
Crown Sailing Center (USNA), em Annapolis, estado de Maryland